30.06.14

O parque Nacional de Morrocoy situa-se entre a costa oriental do Estado Falcón e o noroeste do Golfo Triste, no litoral Centro Ocidental da Venezuela. Tem a particularidade de ser terrestre e aquático, pouco povoado, sendo as povoações mais conhecidas Tucacas e Chichiriviche. Oferece mangais e inúmeras ilhotas, habitualmente denominadas por Cayos, conhecidos pelas suas espetaculares praias caracterizadas por pequenas e imaculadas línguas de areia banhadas pelas águas turquesas do Caribe.

 

 

Apesar da zona ser mais procurada pelas suas excelentes praias, o parque apresenta uma fauna rica, sendo o seu habitante mais popular a tartaruga (verde, carey, cardón y cabezón), também em termos de avifauna, existem mais de duas centenas e meia de espécies. Frequentando estas praias vislumbra-se com frequência pelicanos em plena atividade predadora, embora a densidade populacional é aparentemente inferior à que se pode apreciar em Los Roques.

 

Na gíria popular venezuelana existe o dito popular: “llegó a paso de morrocoy”, porque popularmente se chama à tartaruga morrocoy, pela elevada densidade populacional deste réptil no parque natural.

 

Para os amantes de snorkling, este é um spot espetacular que nos amarra horas seguidas a apreciar a colorida diversidade de espécies piscícolas e coralinas.

 

Ao longo do parque é possível encontrar alojamento em algumas pousadas de qualidade, no contexto da oferta hoteleira do país, entre as mais conhecidas está a La Ardileña e Los Cocos. Qualquer que seja a opção, é preferível optar por um alojamento que assegure o transporte desde a pousada até aos cayos, ou seja, inclua o traslado até ao cais de embarque e, daí, o barco até aos cayos.

 

Nos cayos, é possível disfrutar de ceviches, ostras, massagens, bebidas, ou, o popular “pescado frito con ensalada y tostones” da costa venezuelano.

 

Nalguns casos, há pequenas embarcações que se ancoram junto à praia e vendem cachorros quentes, preparados na hora. Uma experiência sui generis, entrar na água acima dos joelhos para comprar um cachorro quente…

 

A praia e as águas são tipicamente caribenhas: turquesas, quentes, sem ondulação a habitadas por deslumbrantes e coloridas espécies de peixes!

 

O percurso para chegar aos cayos pode ser mais ou menos romântico, assim como se pode optar por um cayo mais próximo ou mais afastado da costa continental. Recomenda-se fazer o canal do amor no regresso, quando muitas aves já estão de volta ao seu ponto de aconchego noturno, disfrutando uma vez mais da beleza natural da fauna de Morrocoy.

 

Naturalmente, a rede vial para chegar à zona do parque é deficitária, e a insegurança é muita, pelo que se recomenda planear a viagem para chegar ainda com a luz do dia, considerando uma a duas horas de folga, para imprevistos, face ao que seria o tempo normal de viagem.

 

Morrocoy é um paraíso subdesenvolvido em pleno Mar Caribe!

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publicado por viagenslatinas às 20:09

 

...no dialeto caribe dos Indios Chipas, significa local onde nasce nosso sol.

 

 

É uma pequena povoação na orla do Mar Caribe na costa Centro Ocidental venezuelana, integrante do Parque Nacional Morrocoy. A este apresenta inúmeras ilhotas ou cayos, como são aqui conhecidos, caracterizados pelas suas areias brancas. A oeste oferece o Refugio de Fauna de Caure e a sul o Golfo der Cuare.

 

A estrada que nos conduz até à praia ofrerece-nos uma avifauna rica, protagonizada por espécies adaptadas a habitats lagunares, como a Corocora Roja.

 

No passado este já foi um destino turístico de qualidade, mas com o passar dos anos, parece não ter havido investimento em infraestruturas, o que por sua vez afasta os investidores da indústria hoteleira. Por aqui, conseguem-se pousadas, algumas confortáveis, mas todas com pequena capacidade, dispondo de um reduzido número de quartos, na sua maioria exploradas por amadores desta indústria. A chegada é uma desilusão, já que as ruas estão invadidas de lixo, pavimento inesxistente ou muito danificado, resultando numa envolvente de aspecto pobre e sujo

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A Pousada selecionada foi La Kanostra, explorada e atendida por italianos, onde os quartos oferecem condições mínimas de conforto, e uma comida é excelente.

 

Chichiriviche não se recomenda como uma primeira escolha para visitar o Parque Nacional de Morrocoy. Tucacas, outra povoação inserida no Parque, oferece mais e melhores condições turísticas.

 

No pequeno porto é possível apanhar embarcações para os cayos do Parque, onde as praias são paradisíacas e a fauna e flora aquáticas, tipicamente caribenhas, nos deslumbram.

 

O trajeto, de carro, a partir de Caracas demora cerca de 6 horas, e, nas condições atuais de elevada insegurança, é muito arriscado.

 

Uma visita que se recomenda numa Venezuela (futura) mais segura e infraestruturada para o turismo, não na Venezuela atual.

 

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publicado por viagenslatinas às 17:33

15.07.13

Inspiração dos artistas, paixão dos desportistas, pulmão da cidade de Caracas, que se agita e repousa no seu sopé.

 

 

 
A cordilheira montanhosa que engloba o Cierro Waraira Repano (serra grande), assim denominado pelos povos indígenas, atualmente conhecido por Monte Ávila encontra-se entre as costas do Mar Caribe e o norte da Capital Venezuelana. Esta montanha delimita os vales de Caracas, Guatire, Guarenas e uma parte da planície de Barlovento. Foi declarado Parque Nacional em Dezembro de 1958, com o nome El Ávila, englobando nessa época uma superfície de 66 192 hectares, em 1974 foi ampliado para 85 192.
 
Fruto da política vigente dos últimos anos, foi-lhe devolvido o nome indígena em 2010, mas continua a ser designado por Ávila entre os venezolanos.
 
A origem do nome contemporâneo deve-se a Gabriel Ávila, um conquistador espanhol que se instalou na Venezuela em 1653 e que participou na fundação e desenvolvimento da capital venezuelana.
 
A maioria dos caminhos que cruzam o monte foram construídos por indígenas que o habitavam há mais de 500 anos. Hoje, essas vias multiplicaram-se e são utilizadas por excursionistas e desportistas.
As condições naturais que a montanha oferece é palco para uma ampla variedade de atividades: caminhadas, rapel, campismo selvagem... e muito mistério.
 
A cidade está delimitada pela cota 1000, desenvolvendo-se acima desta o parque, cujo ponto mais alto se encontra próximo dos 2700 m - Pico Oriental.
Para os amantes da caminhada de montanha e instalados em Caracas, podem optar por entrar no ponto de control Sabas Nieves, aberto das 6 am às 6 pm. O acesso faz-se através de uma das zonas residenciais mais elegantes e seguras da cidade: Altamira. Chegados à passagem inferior da Cotamil, auto-estrada circular externa da capital, inicia-se a subida de um desnível de 300 m ao longo de 1250 m. É uma prova de resistência, dura para os que não estão na melhor forma física, mas viciante. Depois de se subir uma vez, fica-se viciado e sente-se a necessidade de subi-lo pelo menos uma vez por semana.
Ao longo de mais de um km a fauna e a flora surpreendem-nos em função da hora do dia, da época do ano ou das condições climáticas do momento. Estas últimas também influenciam o grau de dificuldade do percurso. Chegados a Sabas Nieves, nos fins de semana é possível disfrutar de um gelado artesanal vendido no local por uma anciã.
 

Pode optar-se por continuar a subida até ao Pico Oriental, à cota 2640 m. Aos 1800 m tem-se uma vista impressionante da cidade que deixamos para trás há pouvo mais de uma hora.

 

O descida é um momento reconfortante, ficando para trás o esforço físico e a sensação de objetivo alcançado. Move-nos a ansiedade do regresso, da piña colada, do gelado Tio Rico ou do simples regresso a casa.

 

Existem milhares de pessoas de todas as idades e condições a fazer este percurso todos os fins de semana e feriados e dependendo da hora, podendo agravar a dificuldade da atividade.

 

...Uma tradição caraquenha a não perder!

 
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publicado por viagenslatinas às 23:37

14.05.13

 

 Puerto Colómbia, via de comunicação marítima com Choroni, encontra-se a 166 km da Capital na direção oeste. Todo o trajeto se faz por autoestrada até Maracay, estado Aragua. Em Maracay, inicia-se uma aventura de cerca de 50 km que nos deslumbra pela sua impactante e luxuriante vegetação. Atravessa-se todo o parque Nacional de Henry Pittier, num sinuoso e alucinante traçado viário que nos adentra na múltipla oferta de espécies animais e vegetais. É difícil quantificar a perenidade dos bambus e outras árvores de porte tropical que tombam sobre o asfalto, quando este ainda não foi levado pela determinação das quedas de água que velozmente descem dos 1700 m até ao nível do mar. Invade-nos a pequenhez da existência humana sublinhada pelo deslumbramento da chegada à praia de Choroní.

 

O gradiente de temperatura, humidade e exposição solar a norte da montanha constrasta com o sul, oferendo biodiversidades distintas próprias de cada condição. O verde adensa-se à medida que nos aproximamos do céu, sentindo-se um alívio contraditório quando percebemos que começamos a descer a montanha, ainda desconhecendo o longínquo e moroso percurso que nos espera...

 

A povoação de Choroní foi sede dos produtores de café e cacao, com uma arquitetura fortemente colonial, colorida e harmoniosa, constrastando com o caos urbanístico das cidades e pueblos que ficarm pelo caminho. Hoje reina a actividade turística, oferendo pequenas pousadas para todas as bolsas. À medida que nos dirijimos para o mar, somos confrontados com La Boca, caótico “porto”, onde se panham pequenas embarcações (piñeros) para praias sem acesso rodoviário.

 

Seleccionar entre ficar na frequentada Praia Grande de Choroní ou ir para outros Cayos mais sossegados, depende da necessidade de quietude e abertura à aventura de cada um. A ondulação, conjugada com a alucinante ansiedade de fazer o máximo de percursos possível do piloto dos piñeros, pode proporcionar uma viagem desconfortável pelo excesso de velocidade a par da fragilidade da embarcação. Claro que a oportunidade de apreciar a gigante massa montanhosa a submergir no mar até encontrar uma audaz, e rara, língua de areia branca compensa o risco!


Nesses cayos consegue-se negociar o almoço habitual por estas paragens, peixe acabado de pescar frito, acompanhado de plátano frito e salada (pescado frito con tostones y ensalada), também se consegue cerveja fresca, água e algum refrigerante. Não espere encontrar um menu, ou uma explanada com mesa e cadeiras. A encomenda faz-se à chegada, marcando a hora e se a manhã estiver a começar, nem saberá qual o peixe que está a encomendar, depende da pesca do dia. À hora marcada será agradavelmente sorpreendido pela funcionária algo hippie que lhe trará a travessa em mãos, tipicamente só com um garfo!...

 

A opção pela Praia Grande permite-lhe imiscuir-se na verdadeira sociedade venezuelana, que não se atrapalha em colocar todo o tipo de lixo e detritos no chão e um caos ocupacional comparável à praia de Quarteira em Agosto, se optar por uma época tipica de férias, como o Carnaval. Se marcar a sua estadia para época baixa, encontra uma praia deslumbrante e serena.

 

Como tem acesso rodoviário directo, encontra todo o tipo de turistas e ofertas. Aqui tudo se vende: sumo de morango, cerveja, água, café, chá, bijuteria urbana, tostones, arepas, melancia, protector solar e bronzeador, cachapas, ostras, etc...

 

Algumas fotos aqui



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publicado por viagenslatinas às 22:19

16.04.13

 

Este parque é por excelência o espaço verde de Caracas, harmonizado com o espólio da natureza Sul Americana. Se conhece por Parque Del Este ou por Parque Generalísimo Francisco de Miranda (anteriormente Parque Rómulo Betancourt, em homenagem ao presidente em cujo o mandato foi construído).

 

Encontra-se entre a autoestrada Francisco Fajardo e a Avenida Francisco Miranda, uma das principais artérias da capital venezuelana, na qual se situa o acesso para o mesmo. A chegada está particularmente facilitada através do metro Caracas, já que a estação Miranda localiza-se precisamente na entrada. Foi desenhado pelo arquitecto Roberto Burle Marx, autor de outros espaços emblemáticos dispersos pelo continente, sendo um dos mais conhecidos o famoso Mosaico do Passeio de Copacabana na Praia do Rio de Janeiro.

 

No seu interior, sentimo-nos no sopé do Monte Ávila e não no centro de uma ruidosa capital.


Adornam este espaço várias espécies botânicas, podendo encontrar-se na entrada oeste o canto das Xerófitas e, à medida que caminhamos, somos surpreendidos por jaguares, lontras, papagaios de várias cores e uma infinidade de outras coloridas aves. Um parque zoológico que combina animais ao ar libre e em jaulas. Pontuam-no cinco lagos, com espécies tanto exclusivamente aquáticas como anfíbias.  Acresce um serpentário, um planetário, um espaço ornitológico...

No que respeita a lagos, podemos visitar o lago Jardim Hidrofítico, o Carlos Guinand, o lago das corocoras, o lago dos patos e o lago dos botes. Neste último, é possível alugar gaivotas e disfrutar de um passeio.  Nos quatro primeiros podemos disfrutar de inúmeras aves, tartarugas, iguanas, crocodilos, caimões, lontras, etc....

 

 

 

 

 

Este é local de eleição para todo o tipo de atividades e eventos, já que é possível alugar espaços adequados para o catering de festas de aniversário ou outras, podendo os convidados disfrutar de tudo no que o parque oferece. Ao adentramo-nos, cruzamo-nos com pessoas a praticar tango argentino, ioga, a correr, a jogar futebol, ténis, etc... ou simplesmente a disfrutar do verde e dos animais que o adornam. Por excelência, o espaço verde citadino caraquenho, de entrada livre.

 

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publicado por viagenslatinas às 21:41

23.03.13

 Galipan é um pueblo perdido nos acidentes montanhosos do Ávila, com mais de 200 anos de história, que deixa para trás a vista caraquenha para se concentrar na mirada às infinitas águas do Caribe. Encontra-se a cerca de 2000 m de altitude.

Os primeiros habitantes desta aldeia de montanha chegaram no século XVIII, vinham das Canárias e dedicavam-se ao cultivo de café e fruta. Apesar de lutarem por manter esta tradição, hoje incluem nos seus cultivos as flores, os morangos e os legumes. Com a declaração, em 2004, de local de interesse turístico, a maioria dos seus habitantes dedica-se a essa atividade, tendo aumentado significativamente a oferta de quiosques, restaurantes, posada e pontos de venda de todo o tipo de produtos.

Às portas da capital, é uma ótima opção para passar um sábado ou um domingo, não exigindo um planeamento rigoroso e permitindo relaxar e respirar ar fresco e frio... Não deixe de levar um casaco, em alguns dias, um impermeável ou guarda-chuva, pois vai estar ao nível das nuvens ou acima destas e as chuvas são frequentes.

 

É possível chegar de carro, se for 4X4, caso contrário não permitem o acesso devido aos declives acentuados do trajeto. A sugestão é dirigir-se à estação do teleférico junto ao distribuidor de San Bernardino, na cota mil (auto-estrada Boyacá) e fazer o trajecto de teleférico. Uma viagem impressionante pela vista que oferece de Caracas e da selva tropical sobre a qual sobe... chegados a Galipan, pela vista de Mar. O teleférico percorre 3,5 km, em linha recta, da cota 1000 à cota 2000.

Arrepiante!

 

 

 

 

Saindo da estação caminhe pela estrada que o conduz às portas da aldeia e tome um jipe, que o transportará até à aldeia através de um atribulado caminho rochoso. Esta viagem também se pode fazer a pé, levando uns 40 minutos, ou seja, consumindo a energia que necessitará para disfrutar da aldeia.

 

Passeie pelas ruas da aldeia, escolha um restaurante com vista panorâmica ( Casa Pakea, Nana-coco, Granja-Natalia) e disfrute do aconchego de um recinto coberto num contexto bastante fresco face aos habituais 30⁰C de Caracas.

 

Há alguns restaurantes que oferecem o transporte desde Caracas até Galipan, não tendo o cliente que se preocupar com esta logística, mas não experimentei esta modalidade.

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publicado por viagenslatinas às 12:38

22.03.13

El Hatillo é uma tipica aldeia venezuelana (pueblo), relativamente bem conservada, a apenas 20 minutos do centro da capital, a sul do rio Guaire que divide Caracas. Uma das poucas aldeias sobreviventes nos arredores caraquenhos.

 

Este é o local ideal para escapar à rotina citadina de dispõe de apenas algumas horas. A viagem não carece de grande preparação e a visita à aldeia não é demorada e permite-nos adquirir recuerdos típicos de todos os pontos do país e de todas as etnias.

A viagem de Caracas até El Hatillo é deliciosa, permirte-nos vislumbrar os constrastes socio-económicos que o passar do tempo ofereceu à área metropolitana. Desde sectores populares até autênticas mansões aconchegadas pelo relevo montanhoso que nos conduz ao destino.

 

Chegados, há que estacionar nos parques existentes à entrada da aldeia, que se caracteriza pelas suas ruas estreitas e num instante o trânsito fica caótico. seguidamente devem-se explorar, caminhando, as ruas e vielas que nos conduzem à Praça Simón Bolívar.  Nesta encontram-se com frequência exposições de arte contemporânea.

 

 Por toda a aldeia há inúmeros restaurantes e cafés. Recomendo La Petit Suisse, que é um restaurante que recria integralmente o ambiente europeu franco-suiço, desde a decoração, passando pelo menu, até à indumentária dos colaboradores. Impera o detalhe, sempre em tons rouge: cortinas e cortininhas, flores e vazinhos, naperons e paninhos, etc.. Este estabelecimento é muito popular pelos seus fondues (de queijo, carne, chocolate), assim como pela raclette. Mas o churrasco e o pappelotte de salmão também são deliciosos. No final, é convidado a validar a conta num tablet.

 

Se a visita o convidar a adquirir um souvenir e a disposição lhe permita, não deixe de visitar a infindável loja HANNSI. Aqui pode encontrar todo o tipo de objetos tipicos da Venezuela, para todas as bolsas, idades e tamanhos, incluso produtos alimentares, como os deliciosos cacao e café venezuelanos. Constituída por vários pisos e níveis, uma visita com o mínimo rigor consome facilmente duas horas.

Imperdível!

Saído do pueblo pode aproveitar para visitar a zona da La Lagonita, onde se situa um dos melhores country clubs de Caracas, denominado Club La Lagonita. Também pode aproveitar para dar uns passeios pela zona residencial e constatar, na primeira pessoa, que existem fortunas imobiliárias incalculáveis nesta cidade. Mansões para todos os tamanhos e estilos arquitéctónicos. Condomínios fechados com Km de ruas no seu interior. Áreas verdes a perder de vista!

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publicado por viagenslatinas às 17:42

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Relatos de uma Europeia a residir, temporariamente, na Venezuela, das suas viagens pelo continente americano, aproveitando para conhecer algumas das inúmeras ilhas banhadas pelo Mar Caribe.
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